Category Archives: Toque de Mestre

Inclua a Biblioteca Digital em sua fonte de pesquisa

 

Você sabia que através do site Domínio Público é possível acessar obras diversas como se estivesse em uma biblioteca? É isso mesmo! Você tem acesso e pode baixar livros, fazer pesquisa por conteúdo, acessar teses e dissertações, referências bibliográficas como Machado de Assis, Fernando Pessoa entre outros. O acervo é extenso e pode ajudá-lo em seus trabalhos escolares e enriquecer seu conhecimento cultural.

 

Essa é mais uma ferramenta de pesquisa. Bons estudos!

Mary Furlan
Professora de Artes do Instituto Monitor


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Conheça todos os mascotes olímpicos desde 1968

Você sabia que os mascotes só apareceram nos Jogos Olímpicos de 1968? Desde então, a maioria dos países tem escolhido animais nativos como mascotes.

Nas Olimpíadas de Pequim foram criados cinco mascotes com inúmeras representações. As Fuwa, como são chamadas, têm as cores dos cinco anéis olímpicos e levam uma mensagem de paz, amizade e boa sorte para todas as crianças do mundo.

Além disso, elas também remetem a um animal e à chama olímpica: Beibei (um peixe), Jingjing (um panda), Huanhuan (a própria chama), Yingying (um antílope-tibetano) e Nini (uma andorinha) são os nomes dados às mascotes. Para completar, cada uma delas serefere a elementos da  
natureza, como terra, fogo, água, madeira e céu.

Confira agora uma lista com os mascotes e seus nomes, 40 anos antes de Pequim

1968 – Grenoble, Olimpíada de Inverno, Schuss, não oficial (mas o primeiro) mascote olímpico é um homem com esquis.

1972 – Montreal, Olimpíada de Verão, Waldi, cão da raça dachshund com listras coloridas.

1976 – Innsbruck, Inverno, Snowman (homem de gelo).

1980 – Moscou, Verão, Misha, um simpático ursinho e Vigri, uma foca.

1980 – Lake Placid, Inverno, Roni the Raccoon (animal típico da América do Norte, da família do urso).

1984 – Los Angeles, Verão, Sam, uma águia.

1984 – Sarajevo, Inverno, Vuchko, uma raposa.

1988 – Seul, Verão, Hodori, um tigre.

1988 – Calgary, Inverno, Hidy e Howdy, um casal de irmãos ursos polares vestidos em roupas de cowboy.

1992 – Barcelona, Verão, Cobi, um cão com visual moderno.

1992 – Albertville, Inverno, Magique, meio homem, meio estrela.

1994 – Lillehammer, Inverno, Haakon e Kristin, duas crianças em trajes típicos noruegueses.

1996 – Atlanta, Verão, Izzi, uma figura abstrata.

1998 – Nagano, Inverno, Sukki, Nokki, Lekki e Tsukki, corujas de neve.

2000 – Sydney, Verão, Ollie, Syd e Millie, animais típicos australianos.

2002 – Salt Lake City, Inverno, Powder, Coal e Cooper, um coiote, um coelho e um urso preto.

2004 – Atenas, Verão, Athena, protetora de Atenas e deusa da sabedoria, e Phevos, deus da luz e da música.

2006 – Torino, Inverno, Neve e Gliz, uma bola de neve e um cubo de gelo.

Continuem acompanhando as Olimpíadas e torcendo pelo Brasil.

Vai Brasil!

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Sua Carreira: roupas no ambiente de trabalho

Algumas pessoas pensam que o conceito de comunicação restringe-se a saber falar ou escrever. Esquecem que a comunicação é um conjunto de fatores, como: saber ouvir, saber sorrir, trocar informações, vestir-se adequadamente, etc. Paramos por aqui, porque é o que nos interessa hoje: que roupa usar no ambiente de trabalho?

A maneira como nos vestimos reflete a nossa personalidade. As roupas têm de se adequar aos diversos ambientes de trabalho, pois esse é um dos itens que melhor representa a empresa para o mundo exterior. Cuidado para não trazer para o ambiente profissional uma aparência com cara de final de semana. Mesmo se você não tem contato com o público, não se esqueça de que também deve projetar profissionalismo internamente.

Agora veja algumas dicas e se adapte a sua realidade:

Saias curtas e muito justas devem ser evitadas, principalmente as confeccionadas com tecidos muito leves.

Camisas transparentes podem ser usadas com ressalvas. Nada de lingerie à mostra. Um body (cor café) ou um corpete de algodão da cor da camisa quebram o excesso de ousadia. Cuidado com botões desabotoados.

Blusas que deixam a barriga de fora nem pensar. As de alça fina, também devem ser evitadas. Nada de alça de sutiã à mostra. Na impossibilidade de esconder, use uma lingerie com alça da cor da blusa.

A calça, apesar de parecer inofensiva, é uma roupa que merece bastante atenção. Calças justas com tecidos finos são para pouquíssimas mulheres. No trabalho, nenhuma. Coloca em exibição desnecessária volume excessivo, como culotes, além das saliências de gordura localizada.

Maquiagem – no calor, a maquiagem deve ser mais leve. Os tons mais neutros, como beges e marrons, são bastante indicados. O pó facial é um grande aliado para esconder a oleosidade da pele e deixá-la com um aspecto mais seco. Para os homens, a recomendação é usar lenços umedecidos com o mesmo propósito.

Ternos – os homens costumam errar menos, mas também se descuidam. A combinação terno, camisa e gravata é a mais grave. Prefira sempre tons discretos, gravatas listradas com ternos cor única e fuja de estampas. Camisas amassadas e colarinho desgastado estragam qualquer visual.

Para finalizar, cuidado com as sextas-feiras, dia em que é permitido, na maioria das empresas, um traje mais à vontade, o famoso “casual”. Como diz a consultora de moda Glória Kalil, “até índio se veste diferentemente para as ocasiões – índio faz roupa para guerra, roupa para a colheita, roupa para casamento, roupa para festa. A gente também. Os rituais são assim. A gente tem que ter ritual diferente para cada situação. E roupa para trabalho, certamente, não é roupa para balada”.

Vanda Franco
Professora de Comunicação e Expressão do Instituto Monitor

Publicado no Boletim Monitorando – Edição 02. Para receber gratuitamente em seu e-mail acesse o Portal do Aluno (www.institutomonitor.com.br/alunos) clique no link “Notícias” em seguida “Boletim Monitorando” e cadastre-se.

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